Como usamos IA
Usamos inteligência artificial no nosso atendimento, no nosso conteúdo e nos projetos que entregamos. Esta página diz onde, com quais modelos, que dados eles recebem e onde uma pessoa ou uma revisão independente confere o resultado.
Atualizado em 9 de outubro de 2026.
Em resumo
- No atendimento automático do WhatsApp e no Estúdio, o modelo de linguagem é o DeepSeek.
- O diagnóstico do Laboratório roda no seu navegador e não envia nada.
- O formulário de contato não passa por modelo de IA.
- Nos projetos de clientes, o modelo é escolhido caso a caso, e o que pode ser enviado a ele é combinado antes, por escrito.
1. No atendimento e nas ferramentas do site
WhatsApp. As respostas do atendimento automático são redigidas pelo DeepSeek. Ele recebe o texto da sua mensagem e o seu primeiro nome, quando o WhatsApp o informa. O seu número de telefone não é enviado ao modelo. O DeepSeek é uma empresa sediada fora do Brasil (na China), então esse texto pode ser processado no exterior; por isso o telefone não vai junto e pedimos que você não envie dados sensíveis pelo atendimento automático. O histórico das conversas e a orquestração do atendimento ficam em servidor próprio da Tech Fernandes. Quando o assunto pede, a conversa passa para uma pessoa.
Estúdio. No Estúdio, três agentes trabalham em sequência: um organiza o contexto, outro propõe caminhos e o terceiro aponta limites e perguntas em aberto. Eles também usam o DeepSeek. Os testes comparam automações com dados sintéticos, e você escolhe o que compartilha. A equipe pode revisar o que importa antes de qualquer recomendação avançar.
Laboratório. O diagnóstico guiado não usa modelo de linguagem. As respostas ficam na aba do seu navegador e não são enviadas.
Formulário de contato. A mensagem é registrada em infraestrutura própria e a equipe recebe um aviso para responder. Ela não é enviada a nenhum modelo de IA.
2. No nosso conteúdo
O blog e as redes sociais da Tech Fernandes tratam de IA e LLMs. As pautas passam por pesquisa, redação com apoio de agentes de IA e revisão independente com critérios editoriais antes de publicar.
3. Nos projetos de clientes
Trabalhamos com modelos de mais de um fornecedor, como Anthropic (Claude), OpenAI, Google (Gemini) e DeepSeek, e com modelos rodando na infraestrutura do cliente quando o dado não pode sair dela. A escolha depende da tarefa, do custo e do tipo de dado envolvido, não de preferência por fornecedor.
Estas são as práticas que propomos como padrão e combinamos com cada cliente no início do projeto:
- Definição por escrito do que pode e do que não pode ser enviado a cada modelo.
- Ambientes de teste e de produção separados.
- Registro das perguntas, das respostas e do custo de cada uso.
- Revisão humana onde o erro tem consequência.
- Agentes executando apenas ações de uma lista explícita; o resto fica negado.
- Aprovação de uma pessoa para ações com impacto.
- Senhas e chaves fora do alcance do modelo, com o mínimo de acesso necessário.
- Limite de custo e de volume por período, com alerta quando algo foge do esperado.
4. Limites que adotamos como padrão
- A IA aponta, resume e sugere; a decisão final fica com uma pessoa.
- Senhas, chaves de acesso e dados que o projeto não autorizou ficam fora do alcance do modelo.
- O modelo não substitui o diagnóstico do processo: antes de escolhê-lo, entendemos o trabalho que ele vai apoiar.
5. Fale com a gente
Dúvidas sobre o uso de IA ou sobre os seus dados podem ser enviadas ao encarregado pelo tratamento de dados em privacidade@techfernandes.com.br. Detalhes sobre dados pessoais, prazos e terceiros estão na política de privacidade.